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Meia Laranja Inteira

Halfway there...

Meia Laranja Inteira

Halfway there...

Avacalhando

Há algum tempo que ando a matutar nisto... e como me apetece aparvalhar um bocado, vou deitar cá para fora o que ando a ruminar...

 

Quero mesmo falar sobre a música deste anúncio:

 

"Uma vaca feliz, outra vaca feliz, uma ilha de vacas felizes

Andam sempre a passear, têm vista para o mar,

O pasto verdejante é o seu manjar

(...)

Na encosta de um vulcão, bem no meio do oceano

Há vacas com muita sorte, vivem livres todo o ano

Faça chuva ou faça sol, é sempre o mesmo ritual:

Acordam, pastam, afastam as moscas

Tudo muito natural..."

 

Não vou questionar a veracidade desta letra, não vou. Sei lá se as vacas dos Açores são felizes!? Não vou falar sobre os processos de produção animal para consumo humano, nem sobre as supostas vantagens, em termos ambientais, de nos tornarmos todos numa enorme comunidade vegan. Não vou falar sobre isso, porque já há muitas vozes a levantarem-se nesse campo. E eu, não tendo nada contra a liberdade individual de cada um, não jogo nessa equipa. Pelo menos não hoje. Amanhã, nunca se sabe. Por enquanto, não gostando de leite, adoro um bom hamburguer (que saudades do Munchie! ou da Maria Pregaria!, passe a publicidade).

 

A música é engraçada. Fica no ouvido. Mas a letra... ah! a letra é divina! Só tenho uma questão: é mesmo preciso ir aos Açores para ver esta felicidade bovina?

 

É que, do nada, pareceu-me já me ter cruzado com o mesmo espírito num ou noutro programa de TV...

 

 

 E bem, por hoje é só isso. As pessoas podem não gostar de leite e ah, e tal as vacas dos Açores não são felizes e estão a atirar-nos areia para os olhos com esta cantoria que fica no ouvido... Mas esta é uma realidade:

 

As dos Açores até podem não ser felizes, mas há outras que são. Definitivamente!

 

 

Feliz?

Se estou feliz? 

 

 

Esta questão tem sido recorrente nos últimos dias. A resposta tem sido "Sim, estou". Mas a realidade é que estou a ficar feliz.

 

Há momentos em que a felicidade aparece de rompante, como quando um raio de sol irrompe pela bruma do nevoeiro matinal. Um sorriso, uma piada, um elogio...um detalhe qualquer inesperado que nos alegra o momento e nos faz ficar felizes naquele momento fugaz... que dura uns segundos, ou uns minutos, conforme a intensidade do estímulo incial, mas que depois se desfaz no compasso do dia...

 

 

Mas a felicidade que perdura no tempo, essa constrói-se... Não se fica feliz, assim, do nada! É-se feliz e pronto! Acho que é esta a curiosa a diferença subtil que se esconde entre o "estar feliz" e o "ser feliz".

 

Estou a ficar feliz numa viagem de regresso às origens do que sou, num retorno a um estado de ser feliz, porque não consigo viver de outra forma que não nesta busca de estar bem comigo e de contagiar quem vibra comigo neste mesmo comprimento de onda.

 

Acho que esta é uma das minhas forças.

 

In times like these
In times like those
What will be will be
And so it goes
And it always goes on and on...
On and on it goes

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