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Meia Laranja Inteira

Halfway there...

Meia Laranja Inteira

Halfway there...

What Dreams May Come - Para além do horizonte

Se tivesse de escolher um filme, escolhia este.
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É forte e intenso e conta a história de um AMOR que sobrevive à VIDA e à MORTE e contraria as leis universais. Sinto-me relutante a acreditar em almas gémeas, num amor que consuma e construa indefinidamente... Sou mais resistente do que crente.
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Mas há momentos em que sabe bem acreditar nisto. Há momentos em que sabe bem acrescentar pureza à nossa vida. Há momentos em que quero acreditar numa força maior e sabe-me bem ser assim, viver assim.
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Rever este filme foi um desses momentos.

Tornaria este filme realidade, se pudesse...

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Não posso, mas recomendo!

Another lonely day...

"I'd rather walk alone
than chase you around
I would rather fall myself
than let you drag me on down

it wouldn't have worked out any way
so for now it's just another lonely day
further along we just may
but for now it's just another lonely day"
Another lonely day - Ben Harper
Mais um dia que passou e mais um dia em que me faltou a intensidade que me caracterizou sempre. Detesto a calma, a passividade, a apatia face aos dias que passam. Não quero que os caminhos me apareçam pela frente para trilhá-los apenas... Quero desbravar terreno, quero conquistar pontes e castelos, quero rasgar caminhos nas dunas virgens, quero luta e vitórias. Deus, como até já sinto falta do stress e da pressão!
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Quero rir e gritar e chorar e ter emoções à flor da pele. Quero correr como uma louca e dançar à chuva até que a minha roupa se torne parte da minha primeira pele. Quero adormecer ao som das ondas e acordar num sítio que não reconheça. Quero rasgar-me para me voltar a tecer de novo. Quero asas para largar o chão. Quero mais vozes para preencher os silêncios. Quero mais braços para abraçar emoções.
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Vou sair de mim. Já volto para contar como foi!

Wish You Were Here (live)

Esta é daquelas que também sou eu e hoje apeteceu-me como não me apetecia há muito!



"So, so you think you can tell
Heaven from Hell
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

And did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
And hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
And did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?

How I wish
How I wish you were here
We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl
Year after year
Running over the same old ground
What have we found?
The same old fears
Wish you were here"

Mundos dentro de mim


"Falaremos.
Dos cometas que largámos.
Dos sóis que retirámos
do calor do nosso lume.
Das estrelas que tirámos do céu
e colocámos no mar. "


E contudo, nem uma única palavra sai da minha boca. Nem da tua. E no entanto, tratados de paz e de guerra são delineados em absurdos pormenores nas linhas que os olhares nos unem.
Há uma gaivota no meio da nuvens. A única que se aventura no céu desprovido de azul. Mantém diálogos ininterruptos com ela própria e com as outras que encontra nos voos densos dentro da sua própria mente.
É livre assim.
Seremos nós também?
Mergulho no meu céu de nuvens. Faço voos picados e rasantes ao solo em tentativas constantes de encontrar movimento, intensidade, liberdade emotiva, força escondida que transborda de mim sem que me dê conta... Mantenho diálogos com os meus eus. Com os eus que já fui e deixei de ser. Com os eus que poderia ter sido e não fui. Avalio-os e meço-lhes capacidades e fraquezas.
E penso. Sou forte. Domino as minhas fraquezas e subo mais alto, esperando não encontrar ninguém no topo. Só eu e o vento que me enche o peito, dividindo-o com a fúria, a vontade e a força de continuar.
Serei livre assim?

Concluo, enquanto me continuar a colocar esta questão continuarei a ser livre de tudo e todos, menos de mim. Não sei se é este tipo de liberdade que quero. Umas vezes sabe bem porque protege, outras sabe mal porque afasta.
E mais uma vez te olho nos olhos e me entendes sem que te fale. Dissipas-te. Porque não és real. Nem estás no meu mundo a sério.
Ficas um pouco mais no meu mundo de brincar?

Mais um rafting que passou!

Mais um rafting que passou!
Como sempre, o nosso era o melhor raft de todos, ou não fosse eu lá dentro a remar a sério!
Até consegui roubar um remo ao Hipólito que era o monitor do raft inimigo!!! Sou mesmo espectacular! eheheh
O grupo foi porreirinho e familiar... Vejam só os olhos mais lindos do mundo que são os da minha priminha Catarina...
Desta vez, o Anselmo baldou-se e não quis ser monitor do nosso raft! Mas não houve crise, ficamos com o Carlinhos, que, dado o avantajado das suas proporções, seria mais um Carlão!
A água estava boa e mergulhamos. Os que sabiam nadar também nadaram, os outros, não sei... Pensando agora a sério nisso... Nunca mais os vi, desde que desceram à água! eheheh
Mais um dia excelente e em grande que já passou. Venham mais destes, mas com finais de dia bem mais felizes... Não, não fiquei sem gasóleo a meio da auto-estrada... Não foi nada disso!


Há coisas que irritam, não há?


Eu até nem sou muito picuinhas nestas coisas...juro! Não me acho nada feminista e não acredito na igualdade entre homens e mulheres (falo em igualdade no sentido lato, não na igualdade em termos de oportunidades, claro)... Até porque homens e mulheres são efectiva e obviamente diferentes.


As mulheres são geralmente mais sensíveis, mais polivalentes, mais resistentes, mais inteligentes, mais dedicadas, mais, mais, mais... E que interessa que não tenham o mínimo sentido de orientação espacial, se têm agora os GPSs?... Que interessa que tenham dificuldades em mudar um pneu, se aparece logo um senhor prestável para nos ajudar...?



Bem, mas indo directamente ao tema que me irritou hoje: Sabiam que há shoppings que têm lugares de parque de estacionamento mais largos, especialmente projectados, não para deficientes motores, não para grávidas, não para pessoas com crianças ao colo, não... São lugares mais largos concebidos unica e exclusivamente para mulheres!


Se não acreditam, reparem no excerto retirado do JN de hoje:


"Centros comerciais com estacionamento reservado a mulheres grávidas ou cidadãos com deficiência não são novidade. Mas o shopping 8.ª Avenida, inaugurado, há um mês, em S. João da Madeira, decidiu acrescentar lugares exclusivos para... as mulheres, mais largos do que os "normais" e até mais generosos do que alguns dos espaços reservados para deficientes, mulheres grávidas ou idosos.


São apenas quatro lugares de estacionamento, no parque interior, destinados em exclusivo aos clientes do sexo feminino, num universo de 1400. Mas estes espaços, pintados de cor de rosa, e que se encontram a poucos metros de outros estacionamentos reservados a grávidas e a mulheres com crianças, famílias numerosas e a cidadãos com deficiência, são os que causam estranheza quase imediata à generalidade da clientela, até às próprias mulheres.


Para o responsável do centro comercial, José Duarte Glória, a explicação é simples e, na sua opinião, sem justificação para considerações menos abonatórias. Adianta que a cedência dos lugares de estacionamento para as senhoras se trata, apenas, de uma "gentileza" para com as clientes. Lembra que os espaços em causa se encontram junto dos acessos directos às lojas comerciais, facilitando, dessa forma, a deslocação dos clientes do sexo feminino. "Queremos que as senhoras e outros clientes se sintam bem no centro comercial", justifica. "


Depois de ler isto pergunto-me... Porque será que o senhor José Glória justifica esta estratégia de marketing como uma gentileza para os clientes? Será que ele apenas quer que quatro clientes do sexo feminino se sintam bem? E os restantes cerca de 1350 lugares ditos normais? E os homens? Não deveriam eles ter direito a um lugar pintado de azul bebé com um letreiro a dizer - se é homem e é azelha ao volante, estacione aqui!?


Posso garantir os meus dotes de boa condutora com uma pitadinha de racer, até. E garanto ainda que sei que este dote afecta a masculinidade de vários homens ultrapassados num semáforo ou numa faixa de rodagem... A mim, não! Sou superior a isso!


Venham lá os lugares mais largos e que venham pintados de cor de rosa... Mas não os remetam unica e exclusivamente para as mulheres... Remetam-nos para os azelhas. Que desses há muitos, e não são todos mulheres. Garanto porque ainda hoje vi um!

Esticadinha aos trinta! =)

Hoje estou contente! =)

Nem é por nada de especial... Mas estive a pensar! Que de vez em quando também faz bem activar as sinapses...

E cheguei a uma conclusão brilhante: Se com trinta anos consigo fazer a ponte, aos quarenta faço a espargata invertida!!!! Afinal isto da idade nem me está a parecer tão mau assim...


OK. Eu prometo que para a próxima publico um post mesmo a sério!

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