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Meia Laranja Inteira

Halfway there...

Meia Laranja Inteira

Halfway there...

Da parte calma da manhã

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(Trofa, 03/04/2017 - 07:45)

 

Acho que já disse isto aqui... mas é que há realmente algo de mágico nas primeiras horas do dia... Um despertar que nos clarifica o espírito e nos dá aquela sensação de que tudo será possível hoje, pelo menos hoje, não é?

 

O ar fresco da manhã. A luminosidade ainda pálida. O movimento calmo que antecede a euforia. Parecem conspirar para que se torne possível a realização do que queremos ser...

 

...

 

É com este pensamento que chego ao Porto, e a confusão do trânsito na VCI arrasta-me para uma realidade mais concreta. É tempo de me escudar e deixar a magia dentro.

 

Vamos lá! Boooora!!!!!!

 

 

 

E se...?

  O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.

(FP)

 

 

   E deve ser por isso que os insetos se sentem irremediavelmente atraídos para uma luz que os queima, incendeia e consome... E deve ser neste momento que a intensidade supera a duração das suas vidas.

 

  Sempre acreditei que seria mais pirilampo do que inseto atraído pela luz. Que seria mais a estrela com luz própria e menos o planeta que orbita em seu redor...mas...

what if? 

 

E se, por um momento eu quisesse prescindir da luz, e procurar outra mais forte? Ainda que queime, incendeie e me consuma?

 

E se?

 

A super-lua

 

Parece que ontem foi dia (ou noite) de andarmos com a cabeça ( e olhos) na LUA!

Esteve bem próxima, pelo que a expressão "gosto de ti até à lua" ficou diminuída. Astronomices... Que são as picuinhices da astronomia... é o que é...

 

 

 

 

Mas de facto, a lua esteve bonita! E tenho pena que não consiga partilhar aqui nenhuma foto minha, mas  (e é triste admitir isto) não ficou nenhuma em condições e não tive tempo para voltar a tentar...

 

Que hoje ainda seja dia, e noite, para pararmos uns minutos e admirarmos as coisas simples como o luar.

 

 

 

Hoje foi bom.

    E... é isto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na minha vida tenho muitas coisas pelas quais me sinto profundamente agradecida. Mesmo as piores e mais dolorosas provas porque passei, hoje, à distância do que já foi, trazem consigo um sentimento de agradecimento... quase uma purificação da alma... Porque me fizeram crescer (para lá do meu metro e cinquenta e três),  mas sobretudo porque me dignificam na fidelidade que tenho aos meus princípios e valores!

 

Mas a minha maior riqueza são as pessoas com que me rodeio. E hoje foi dia de encontros com pesssoas queridas. 

 

Almocei com dois seres fantásticos que fazem parte do que sou. E na nossa conversa descontraída, uma grande amiga, disse-me em tom de brincadeira, que se fosse homem, era comigo que casava! Que não queria mais ninguém. Rimo-nos e brincamos à volta desse cenário. Foi um grande elogio, sobretudo se pensarmos que saímos ambas de relacionamentos que não deram certo... Ela já há muito tempo, e eu, mais recentemente. Mas não. Hoje adoto o celibato como meu parceiro. Troco os arrepios do toque, pela paz de espirito (é o que eu digo, em tom de brincadeira, mas que não deixa de ter um fundo de verdade).

 

Mas sim, hoje sinto que eu não sou só eu. Eu também sou os meus amigos e a minha família. Pois trago-os dentro de mim, porque as nossas vivências  e conversas acabam por influenciar os meus pensamentos e ações.

 

E, nas amizades recentes, com que me vou cruzando, também surgem pessoas que me vão marcando. Mesmo aquelas cujas semelhanças igualam as diferenças que encontramos entre nós. Mesmo aquelas cujas discussões que vamos tendo se vão cansando de existir e acabamos por dar espaço a uma espécie de concordância num desacordo, sobre o tópico em questão. E hoje também foi dia disto. E foi bom ver que, apesar dos desacordos, estamos lá para quando for preciso. Mesmo sabendo que tudo poderia ter sido diferente do que já foi, se fossemos outros, noutro tempo. 

 

 

Manhã de céu azul

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No caminho para Vila do Conde, esta manhã brinda-me com um céu azul que me faz acreditar em todas as possibilidades!

 

Há qualquer coisa de mágico a pairar no ar fresco desta manhã, e felizmente chego depressa e desperta o suficiente para poder pressentí-lo!

 

Tinha saudades de ter tempo para sentir, para entrar dentro de mim e reparar que espelho as perceções que tenho do mundo... é que hoje, a brisa fresca que percorre os meus cabelos, também corre nas minhas veias!

 

Aprecio o momento e agradeço.

 

 

E então saio de rompante, torno-me mais confiante
Vendo o dia amanhecer.
Escolho o meu melhor sorriso, e aceito o improviso,
Que o meu dia vai trazer.

_Qutro e meia

 

 

 

Lost in translation

 

 

 

Fui ao outro lado do mundo e voltei por caminhos diferentes...

 

 

E no regresso, por pouco não me cruzei com as mesmas caras, os mesmos abraços, os mesmos sorrisos...

 

 

 

 

Às vezes, a minha vida sacode-me, arrebata-me e eu surpreendo-me!

Às vezes, olho para trás e tenho para mim que houve fragmentos do meu passado que me seguiram, não de muito longe, mas a uma distância segura, para que nem sempre me apercebesse deles... E nao falo daqueles fragmentos que ficaram gravados em mim, que se acomodaram endossimbioticamente na pessoa que vou sendo.. 

Fragmentos de outras vidas cujos caminhos passaram e tocaram os meus com graus variados de intensidade, mas que a distância, medida em anos, não retirou um centímetro de proximidade.

Esta vida é curiosa! Como uma tela que colorimos entre as escolhas conscientes e os acasos...e se atentarmos bem nela, se prestarmos mesmo, mas mesmo muita atenção, quase conseguimos descobrir um ressalto, uma dobra onde se deve esconder o destino...

O destino?! Nunca gostei muito de acreditar nele... E sempre receei que pudesse ser verdade, que ele viesse um dia e que provocasse uma agitação nos planos que tinha cuidadosamente delineado para mim. Como se fosse uma personagem estranha que se apropriasse do meu caderno de rascunhos e o rasurasse a vermelho, fazendo uma espécie de correção aos meus planos, às minhas escolhas, à minha vida... Quem me conhece, sabe que gosto de ter sempre razão e de dominar a minha vida. Não sou obcecada com o controlo... também gosto de ter espaço para me perder, para permitir um acesso de loucura e descontrolo, mas até isso, só quando eu quero e permito. Por isso estranho, encontrar sentido no destino, quando olho para trás e vejo que existem reflexos que não se dissiparam no tempo.

 

A minha mãe acredita que trazemos raízes de outras vidas, quando chegamos a esta. E que as pessoas, com quem nos cruzamos nesta vida, têm em si uma história implícita e indelével, como nós temos. E que é esta história que vincula as almas. Mas a minha mãe é uma romântica emotiva e otimista que acredita que o universo se encarrega de nos orientar no caminho da felicidade...Eu nunca dei muito crédito a esta forma de ver as coisas, e sempre gostei mais da ideia de ser eu a conquistar a minha felicidade, a trilhar os meus caminhos, a traçar o meu caminho no mapa e a percorrê-lo quando quero e como quero...

Mas de facto, às vezes a vida surpreende-me e parece-me, num relance, ter apanhado o destino a querer tocar na minha vida. Que fazes tu aqui? - e agito a mão, como se o sacudisse deste momento. 

 

 

 Mas sabe bem encontrar conforto e autenticidade nos lugares que visitei e nas pessoas que,

não estando lá todo o caminho,

estiveram sempre

presentes.

 

 

 

Lost in Translation - Fica a sugestão para este fim de semana.

 

 

Feliz?

Se estou feliz? 

 

 

Esta questão tem sido recorrente nos últimos dias. A resposta tem sido "Sim, estou". Mas a realidade é que estou a ficar feliz.

 

Há momentos em que a felicidade aparece de rompante, como quando um raio de sol irrompe pela bruma do nevoeiro matinal. Um sorriso, uma piada, um elogio...um detalhe qualquer inesperado que nos alegra o momento e nos faz ficar felizes naquele momento fugaz... que dura uns segundos, ou uns minutos, conforme a intensidade do estímulo incial, mas que depois se desfaz no compasso do dia...

 

 

Mas a felicidade que perdura no tempo, essa constrói-se... Não se fica feliz, assim, do nada! É-se feliz e pronto! Acho que é esta a curiosa a diferença subtil que se esconde entre o "estar feliz" e o "ser feliz".

 

Estou a ficar feliz numa viagem de regresso às origens do que sou, num retorno a um estado de ser feliz, porque não consigo viver de outra forma que não nesta busca de estar bem comigo e de contagiar quem vibra comigo neste mesmo comprimento de onda.

 

Acho que esta é uma das minhas forças.

 

In times like these
In times like those
What will be will be
And so it goes
And it always goes on and on...
On and on it goes

Porque hoje é sábado...


Porque hoje é sábado... Acordo com um sorriso nos lábios e salto da cama. Visto umas calças confortavelmente largas e dou descanso à maquilhagem. O cabelo? Amarro-o na base da cabeça com um elástico colorido. Já está!
Vou levar o lixo e a reciclagem aos respectivos contentores e tomar café numa esplanada, onde passo os olhos pelo jornal.
Volto para casa e SEI que ainda tenho que me sentar em frente ao computador para pôr o meu trabalho em dia... Mas ... com calma... porque hoje é sábado e é dia de deixar as coisas correrem devagar, de saborear o sofá e respirar fundo na sala perfumada de incenso.
Porque hoje é sábado, sabe bem sentir-me tão bem!

Beautiful Soul(Acoustic) - Jesse McCartney

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